Goiás amplia projeção internacional e marca presença na Bienal de Veneza 2026

Participação na Bienal de Veneza reforça a projeção internacional de Goiás e evidencia a força da arte brasileira no cenário contemporâneo
Itinerância da 36ª Bienal de São Paulo recebeu mais de 34 mil visitantes no Museu de Arte Contemporânea de Goiás. (Foto: João Carlos Soares)
Itinerância da 36ª Bienal de São Paulo recebeu mais de 34 mil visitantes no Museu de Arte Contemporânea de Goiás. (Foto: João Carlos Soares)
Itinerância da 36ª Bienal de São Paulo recebeu mais de 34 mil visitantes no Museu de Arte Contemporânea de Goiás. (Foto: João Carlos Soares)

Dando continuidade ao fortalecimento de sua presença no circuito global das artes, o Governo de Goiás participa da 61ª edição da Bienal de Veneza, realizada entre 9 de maio e 22 de novembro, na Itália. A iniciativa ocorre após a expressiva repercussão da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo em Goiânia, que atraiu mais de 34 mil visitantes, consolidando o estado como um polo em expansão no cenário cultural brasileiro.

O convite para integrar a programação internacional partiu da Fundação Bienal de São Paulo, evidenciando o reconhecimento das políticas públicas voltadas à cultura em Goiás e o avanço de sua estratégia de inserção internacional.

“Nosso objetivo é fortalecer cada vez mais a circulação artística em Goiás. Queremos ampliar a realização de exposições no estado, valorizando os artistas goianos e, ao mesmo tempo, trazendo nomes de fora para promover intercâmbios, ampliar a formação de público e incentivar a visitação aos nossos museus e galerias”, destaca Yara Nunes.

O Brasil marca presença na mostra com a exposição Comigo ninguém pode, sob curadoria de Diane Lima. A proposta reúne obras inéditas e históricas de Adriana Varejão e Rosana Paulino, utilizando a planta como metáfora de proteção, toxicidade e resiliência. A mostra propõe reflexões sobre feridas coloniais, memória e processos de transformação, destacando diálogos potentes entre as artistas e reafirmando a relevância da produção contemporânea brasileira no cenário global.

Outro marco desta edição é a conclusão da recuperação arquitetônica do Pavilhão do Brasil, projetado em 1964 por Giancarlo Palanti, Henrique Mindlin e Walmyr Lima Amaral. O edifício passou por um amplo processo de modernização finalizado em 2026, incluindo melhorias de infraestrutura, acessibilidade e adequações técnicas, garantindo melhores condições para exposições de grande porte e preservação das obras.

Conhecida como as “Olimpíadas da Arte”, a La Biennale di Venezia reúne, desde 1895, países de todo o mundo em uma vitrine de inovação e vanguarda artística. A cada edição, um júri internacional concede o tradicional Leão de Ouro, consolidando o evento como uma das principais referências do circuito artístico mundial.

Leia também:


ASSINE NOSSA NEWSLETTER

Fique por dentro das atualizações do Portal Zelo!
Inscreva-se em nossa newsletter e receba reportagens e outros conteúdos imperdíveis semanalmente diretamente no seu e-mail.

Gostaria de receber notificações da Zelo?

Este site utiliza cookies

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.