Sete hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo no ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela Newsweek em parceria com a empresa de análise de dados Statista. O levantamento foi divulgado na última quarta-feira (25) e avaliou mais de 2.500 hospitais em 32 países. A lista inclui instituições de referência em São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte, reconhecidas pela atuação em alta complexidade, inovação tecnológica, ensino e pesquisa.
Entre os destaques está o Hospital Israelita Albert Einstein, que tem uma unidade em Goiânia. O hospital é frequentemente citado em rankings globais pela qualidade assistencial e pela atuação em ensino e pesquisa. Também aparece na lista o Hospital Sírio-Libanês, referência em diversas áreas da medicina e em protocolos clínicos de alta complexidade.
Outro hospital mencionado é o Hospital Moinhos de Vento, no Rio Grande do Sul, que figura entre os principais centros de atendimento do país. A relação inclui ainda o Hospital Alemão Oswaldo Cruz e o Hospital do Coração (HCor), ambos em São Paulo. Completam a lista o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, vinculado à Universidade de São Paulo, e o Hospital Mater Dei, em Minas Gerais.
Ranking global
No cenário internacional, os cinco primeiros colocados na lista geral são a Mayo Clinic (Estados Unidos), o Toronto General – University Health Network (Canadá), a Cleveland Clinic (Estados Unidos), o Karolinska Universitetssjukhuset (Suécia) e o Massachusetts General Hospital (Estados Unidos).
Para compor o ranking, cada hospital recebeu pontuação baseada em quatro critérios principais: recomendações de especialistas da área da saúde, incluindo médicos e gestores hospitalares; indicadores de qualidade hospitalar; dados consolidados sobre experiência dos pacientes; e resultados da pesquisa da Statista sobre Medidas de Resultados Relatados pelos Pacientes (PROMs).
Os PROMs consistem em questionários padronizados e validados, respondidos pelos próprios pacientes, que avaliam aspectos como bem-estar e qualidade de vida após os tratamentos.
Na edição de 2026, a metodologia passou a atribuir maior peso aos indicadores de qualidade hospitalar, segundo a Newsweek, reforçando a importância de métricas objetivas de desempenho assistencial e segurança do paciente na classificação final.














