Espanha e Argentina entram em campo neste domingo (19) para decidir o título da Copa do Mundo de 2026. A final será disputada às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, reunindo duas das seleções de melhor campanha da competição em uma decisão que também movimenta cifras recordes e disputas individuais.
Além da taça, o campeão receberá US$ 50 milhões (cerca de R$ 255 milhões), maior premiação já concedida pela Fifa ao vencedor de uma Copa do Mundo. O vice-campeão ficará com US$ 40 milhões. Ao todo, a entidade distribuirá US$ 727 milhões (aproximadamente R$ 3,7 bilhões) entre as seleções participantes, um aumento de 50% em relação ao Mundial do Catar, em 2022.
A Argentina chega à decisão em busca do tetracampeonato após eliminar a Inglaterra de virada na semifinal. Já a Espanha tenta conquistar seu segundo título mundial, consolidando a renovação da equipe com uma campanha consistente ao longo do torneio.
A decisão também pode definir o principal artilheiro da Copa. Lionel Messi lidera a corrida pela Chuteira de Ouro ao lado de Kylian Mbappé, ambos com oito gols. O argentino, porém, leva vantagem no critério de desempate por ter distribuído quatro assistências, contra três do francês.
Mbappé joga neste sábado (18) na terceiro lugar entre França e Inglaterra. Tanto ele quanto Messi têm a oportunidade de ampliar suas marcas, valendo a artilharia da competição.
Show do intervalo
A final da Copa do Mundo de 2026 também ficará marcada por um momento inédito fora das quatro linhas. Pela primeira vez na história do torneio, a Fifa promoverá um show no intervalo da decisão, inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl.
A apresentação será realizada durante os cerca de 11 minutos de pausa da partida e contará com direção artística de Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, em parceria com a organização Global Citizen.
O line-up reúne nomes de diferentes gerações e estilos musicais, como Madonna, Shakira, Justin Bieber, BTS, Burna Boy, o maestro Gustavo Dudamel e o coral PS22 Chorus, com participação do Coldplay.
Além de ampliar o caráter de entretenimento da final, o espetáculo integra uma iniciativa beneficente da Fifa e da Global Citizen para arrecadar recursos destinados ao FIFA Global Citizen Education Fund, programa voltado à educação e ao acesso ao esporte para crianças em diferentes partes do mundo.
Premiação recorde
Além do prestígio esportivo, a decisão simboliza o crescimento financeiro da Copa do Mundo. O torneio de 2026 registra a maior premiação da história da competição, refletindo a expansão promovida pela Fifa com a participação de 48 seleções.
Mesmo as equipes eliminadas receberam valores expressivos. O Brasil, que terminou a competição na 11ª colocação, recebeu US$ 15 milhões (cerca de R$ 77 milhões).
No Brasil, a final entre Espanha e Argentina será transmitida ao vivo pela TV Globo, SporTV, CazéTV (Youtube) e ge (streaming).
















