Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

O festival que iluminou uma década

Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Nos dias 15, 16 e 17 de agosto de 1969 aconteceu o maior festival de rock de todos os tempos, Woodstock. Lá se vão 42 anos dos três dias de paz e amor que abalaram o mundo. Se existem festivais gigantescos como Glastonbury, Sónar, Rock in Rio, Reading e Benicássim, entre outros, é porque houve Woodstock, o pai de todos, que marcou o auge do movimento hippie.
Para comemorar o aniversário do evento, a banda Muñoz, formada por Wolder (vocal, percussão, flauta), Mauro Muñoz (vocal, guitarra, gaita), Xidan Muñoz (guitarra, vocal), Cleitin Muñoz (baixo), Samuel Muñoz (bateria), com Flávio Jordok (teclado) como convidado, recupera hits das principais bandas que passaram pelo festival, adicionando outras que ajudaram a fundar os anos 60.
No primeiro dia, Woodstock teve 11 atrações. Foram mais 12 no segundo e, finalmente, 10 no terceiro. Tudo bem que a estrutura da época não contava com a tecnologia de hoje. As coisas eram mais improvisadas. A intenção dos organizadores Michael Lang e Artie Kornfeld, associados com John Roberts e Joel Rosenman, não era nem atrair a imensa multidão que eles atraíram.
Mas os nomes que tocaram em Woodstock eram simplesmente fantásticos. Santana consagrou-se por lá, assim como Joe Cocker e sua versão radiante de With a Little Help from my Friends, dos Beatles. Janis Joplin, Creedence, The Who, Ten Years After, The Band fizeram shows iluminados Jimi Hendrix distorceu o hino americano na guitarra como crítica feroz à guerra do Vietnam.
Choveu na cidade de Bethel, no estado de Nova York, onde fica até hoje a fazenda que sediou Woodstock. O resultado é que a rapaziada que invadiu o espaço sem pagar ingresso em nome do bom astral da era de Aquário, como registrado no filme de Michael Wadleigh, escorregou na lama até cansar. Por três dias, parecia que era possível inventar um jeito diferente de levar a vida.
Se nem tudo deu certo é porque surgiram novos ideais em novos tempos, com novas prerrogativas. Mas lembrar Woodstock é lembrar uma possibilidade bonita, mesmo que ingênua. E o rock continua de primeira linhagem. Muñoz, prestes a lançar o primeiro CD autoral, ainda manda Led Zeppelin, The Doors, Cream, Jethro Tull, Grand Funk e outros numa noite que transborda nostalgia.
Tributo a Woodstock
com banda Muñoz
Onde: Bolshoi Pub (Av. T-2, esq. c/ R. T-53, Setor Bueno, tel. 3285-6185)
Quando: Sábado, 14 de Janeiro
Horário: 21 horas
Entrada: R$ 30 (antecipado nas lojas American Music. Sujeito a alteração depois das 22h30)