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Dezembro laranja conscientiza sobre a importância da prevenção ao câncer de pele

Aproximadamente 33% de todos os diagnósticos de câncer são relacionados ao câncer de pele. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, anualmente, cerca de 185 mil novos casos da doença
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(Foto: Shutterstock)

Desde 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia realiza a campanha dezembro laranja, de conscientização à prevenção do câncer de pele. Existem diferentes tipos de câncer de pele, sendo que alguns são mais comuns, com letalidade baixa, porém com alto índice de casos. Outros são mais raros, agressivos e até letais.

Ainda há muito desconhecimento por parte da população sobre os diferentes tipos de câncer de pele, conforme destaca a dermatologista Daíne Vargas. “Ás vezes o paciente, quando diagnosticado com câncer de pele, por mais que seja um tipo mais simples, fica apavorado, porque acredita que a doença é letal. É preciso haver mais esclarecimento sobre o câncer de pele”, observa.

O contrário também pode ocorrer, conforme pontua a dermatologista Fernanda Carla Castro. “Por ser um dos cânceres com maior chance de cura, muitas vezes o câncer de pele é negligenciado pelo paciente, que deixa de se prevenir e de buscar um acompanhamento médico anual. Como todo câncer, a chance de cura é maior quando descoberto no início”, ressalta.

Confira, a seguir, a classificação dos cânceres de pele, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas.

Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade.

Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento.