Mostra itinerante da Bienal de São Paulo chega a Goiânia pela primeira vez

Exposição inédita ocupa o MAC Goiás a partir de 3 de março com obras da maior mostra de artes visuais do hemisfério Sul
Bienal de São Paulo
Instalação Ìrókó: A árvore cósmica, de Nádia Taquary (Foto: Levi Fanan/Fundação Bienal)
Bienal de São Paulo
Instalação Ìrókó: A árvore cósmica, de Nádia Taquary (Foto: Levi Fanan/Fundação Bienal)

Goiânia passa a integrar o circuito do programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal de São Paulo a partir do dia 3 de março. A Capital recebe, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC), no Centro Cultural Oscar Niemeyer, um recorte inédito da última edição da Bienal, considerada a maior exposição de artes visuais do hemisfério Sul. A entrada será gratuita, e a visitação segue até 19 de abril.

A exposição apresentada em Goiânia reúne obras que dialogam com o tema central da 36ª Bienal, “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”, propondo reflexões sobre deslocamentos, convivência, escuta e diferentes formas de existir no mundo contemporâneo. O recorte foi pensado para aproximar o público goiano das discussões curatoriais que marcaram a edição mais recente do evento.

A realização da mostra na capital foi articulada pelo vice-governador Daniel Vilela junto ao secretário municipal de Cultura de São Paulo, Totó Parente. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Fundação Bienal de São Paulo, o programa Goiás Social e as secretarias estaduais da Cultura (Secult) e da Retomada.

Sobre a 36ª Bienal de São Paulo

Intitulada Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, a 36ª Bienal de São Paulo tem curadoria geral do professor e pesquisador Bonaventure Soh Bejeng Ndikung. A equipe de cocuradores é formada por Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, além da cocuradora at large Keyna Eleison e da consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus. A mostra se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da poeta Conceição Evaristo.

A proposta curatorial parte da ideia de humanidade como verbo, entendida como prática cotidiana. A metáfora do estuário — espaço onde diferentes águas se encontram — orienta o projeto, inspirado em filosofias, paisagens e mitologias brasileiras, e sugere a convivência entre múltiplos mundos, saberes e experiências.

Um dos marcos desta edição é a mudança no calendário tradicional do evento. Pela primeira vez, a Bienal se estende por um período mais longo, sendo apresentada gratuitamente ao público entre 6 de setembro de 2025 e 11 de janeiro de 2026, com o objetivo de ampliar o acesso durante as férias escolares. Após a temporada em Goiânia, a mostra itinerante segue para mais de dez cidades no Brasil e no exterior, reforçando o compromisso da Bienal com a democratização do acesso à arte contemporânea.

Serviço: Mostra itinerante da 36ª Bienal de São Paulo em Goiânia

Quando: de 3 de março a 19 de abril
Onde: Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC Goiás) – Centro Cultural Oscar Niemeyer
Entrada: gratuita

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