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Conheça o Saquê, umas das bebidas tradicionais do Japão

O sake é popularmente conhecido no Brasil pelas sakerinhas, mas a bebida vai muito além! Drinks sofisticados e saborosos atualmente já utilizam da bebida
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Sake: acompanha todos os tipos de culinária orienta

O saquê já está bem aclimatado às mesas brasileiras: aparece tanto para acompanhar todos os tipos de culinária oriental quanto harmonizando com pratos ocidentais e faz sucesso como a famosa sakerinhas. Entretanto, é difícil encontrar facilmente mais informações sobre a bebida. Por isso, Rodrigo Peca, especialista em saquê da Azuma Kirin, marca pioneira, com mais de 85 anos de Brasil, preparou uma guia básico com informações sobre o fermentado japonês.

Onde são feitos?
Para começar, ele explica que, tradicionalmente as fábricas que produzem saquê são chamadas de Sakaguras e os três principais elementos para a produção da bebida são: água, arroz e o Koji, específico para a produção de saquê, que são microrganismos utilizados para fermentação do arroz. A Azuma Kirin garante a utilização do Koji Japonês especifico para sake, importado do Japão, o que garante qualidade e legitimidade aos seus produtos.

Como são produzidos?
O processo de produção do saquê não é simples, mas começa com o polimento do arroz, que busca conservar apenas a parte central do grão, onde encontra-se o amido. Quanto maior o grau de polimento do grão, mais nobre é o saquê. Após o polimento, o arroz cozido ao vapor parte para o processo de fermentação, juntamente com água e o koji, que confere mais complexidade de sabor e aroma à bebida. “Como a fermentação é feita de forma natural, sem adição de aditivos químicos, a qualidade do grão, características da água utilizada e do koji são fundamentais para o resultado final da bebida,” explica Rodrigo Peca, especialista em saquê e Gerente geral da Kikkoman do Brasil.

Tipos de sakes
A Azuma Kirin  trabalha com três categorias de sakes: Honjozos (que têm álcool adicionado ao processo produtivo), Junmai (que possuem apenas álcool proveniente da fermentação natural) e Guinjo (feito de arroz com elevado grau de polimento). Conheça as variações que a Azuma Kirin oferece:

Comum: É um saquê mais maduro e que passa a sensação mais alcoólica. É incolor, tem sabor neutro e final seco. É ideal para misturas com frutas cítricas e uma boa pedida para o preparo das tradicionais sakerinhas, além de ser versátil para uso na culinária, como substituto ao vinho em algumas preparações. Pode ser facilmente combinado com frutos do mar e sushis mais tradicionais.

Soft: Indicado para quem busca um sabor discreto e agradável. Tem aroma suave, é frutado, leve e delicado no paladar. Boa opção para degustar puro ou em drinks que se procura leveza. Pois permite que a fruta se destaque na preparação.

Dourado: O Dourado é um saquê para uma legítima experiência oriental, com excelente acidez, aroma fresco e frutado, com sabor suave. É perfeito para consumo puro ou em drinks mais elaborados e considerado um produto de alta qualidade e preço acessível. Harmoniza muito bem com frutos do mar, peixes assados ou Lámen.

Nama: É uma bebida delicada, frutada e de final cítrico. É um saquê que passa por um processo de pasteurização, diferentemente dos outros tipos, que passam por mais de uma pasteurização, por isso o significado de seu some “sake cru”. Ainda por este motivo, o Nama é considerado uma bebida volátil e pede mais cuidado no consumo e armazenamento, que deve ser obrigatoriamente refrigerado, boa pedida para os dias quentes.

Junmai: o Junmai é o saquê sem adição de álcool, toda percepção alcoólica é proveniente de sua fermentação, é mais encorpado e com final de sabor intenso. Com alta qualidade, já garantiu medalha de prata no Prêmio Monde Selection, realizado na Bélgica. Ideal para consumo puro, harmonizando muito bem com ensopados, frituras ou ainda pratos com temperos mais intensos, ou para os mais exigentes, quem sabe compor drinks com maior nível de complexidade.

Guinjo: Os saquês Guinjo são feitos com grãos com nível de polimento acima de 40%, quando se utiliza a parte mais nobre do arroz. Produzido a partir de método tradicional japonês é mais aromático, frutado e adocicado, com sabor leve e notas de maçã, combinando muito bem com Sushis e Sashimis, Lámen e caldos de sabor mais suave. Em 2020, o saquê Guinjo da Azuma Kirin conquistou medalha de ouro na Premiação Monde Selection, concurso europeu de bebidas.