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Harmonia entre casa e natureza cria cartões-postais por Goiânia

Arquitetura orgânica traz beleza à paisagem urbana. Na capital goiana, arquiteto ressalta os diferenciais desse estilo
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Destaque para os detalhes da fachada do Selena, que contempla a arquitetura orgânica (Divulgação)

Originada no início do século XX, entre os anos 1910 e 1939, a arquitetura orgânica é um dos estilos da chamada “escola futurista”, dentro da arquitetura modernista, e foi criada pelo arquiteto americano Frank Lloyd Wright. Esse estilo se expressa com o movimento, causado por suas formas arredondadas, como espirais, círculos e curvas. Seus projetos têm como referências os elementos da natureza e buscam criar estruturas fluídas, com dinamismo na composição dos espaços. Em Goiânia é possível observar vários exemplos desse estilo, como um residencial inspirado no Rio Araguaia, e chegam a virar verdadeiros cartões-postais.

“Uma das razões desse nome, arquitetura orgânica, é por sua estética, com linhas sinuosas e sem simetria. É parecido com o que se vê na natureza, árvores, folhas, rios, ondas, montanhas, todas essas formas servem de inspiração”, exemplifica o arquiteto Frederico Bretones. Por meio de projetos exclusivos, ele aplica constantemente esse estilo de arquitetura nas fachadas dos residenciais que desenha, como o recém entregue Opus Araguaya, inspirado nas curvas do famoso rio goiano, e o Opus Acqua, que está em fase final de acabamento.

Em um de seus mais recentes projetos lançados em parceria com a Opus Incorporadora, na capital goiana, o Selena também contempla a arquitetura orgânica. “Nele, foram utilizados terraços, que são espaços de usos diversificados, já que os espaços fechados estão integrados. Assim, na área aberta, foi utilizado um paisagismo que se encaixou perfeitamente bem ao desenho do prédio e que cada unidade pudesse ter o seu terraço”, detalha Frederico Bretones sobre o empreendimento de alto padrão, que terá um apartamento por andar.

O Selena é o segundo residencial da Opus lançado em frente à Praça do Sol, no setor Oeste. O primeiro é o Sunna, que segue a mesma linha arquitetônica, e ambos conversam entre si. “As linhas de um não são iguais às do outro, mas é possível perceber a semelhança. Dentro da mesma linguagem, existe a exclusividade de um para o outro. O Sunna possui algo como o balanço da água, que vai variando com os andares. No Selena isso é entrelaçado, a curva de um pavimento é diferente do outro e quando se olha debaixo para cima é possível ver que elas se entrelaçam”, salienta o arquiteto.

Dificuldade

Bretones destaca que os projetos de arquitetura orgânica são mais difíceis se comparados aos outros. “É extremamente complexo. Os meios construtivos exigem padronização e as linhas retas são mais fáceis de executar e construir. A arquitetura orgânica demanda esforço, é um desafio oferecer o desenho com os meios que se tem disponível. Não é fácil de executar e projetar”, explica ele, que é o responsável pela fachada do Gyro Rooftop, também da Opus Incorporadora, que ganhou no ano passado o Prêmio Master Imobiliário na categoria soluções arquitetônicas.

No entanto, mesmo com os desafios de encaixar o projeto com a forma construtiva, Frederico Bretones salienta o diferencial de uma arquitetura orgânica. “Deixa o edifício mais leve e esses prédios chamam atenção de longe, se destacam na paisagem urbana, pois possuem um desenho com grande valor estético. Além disso, traz exclusividade e valoriza a edificação, o que é desejado nos produtos de alto padrão”, ressalta o arquiteto.

O Selena é o segundo residencial da Opus lançado em frente à Praça do Sol, no setor Oeste (Divulgação)