A menos de uma semana da etapa brasileira do Campeonato Mundial de Motovelocidade (MotoGP), que começa na sexta-feira (20) em Goiânia, equipes intensificam os trabalhos finais na pista do Autódromo Internacional Ayrton Senna. O circuito passa por um processo de descontaminação e limpeza, que utiliza mais de 3 mil litros de produto desincrustante para adequar o asfalto às exigências da competição.
O serviço é gerenciado por empresa sediada em Goiânia, e, segundo o CEO Rafael Gonçalves, a aplicação do produto tem como objetivo remover impurezas como poeira, lama, fuligem e partículas que podem comprometer a aderência e a qualidade do pavimento. “É uma operação detalhada e técnica, que envolve uma grande equipe e ainda não havia sido realizada em outras pistas do país”, afirma o executivo da Aqualis Soluções.
A operação mobiliza mais de 40 profissionais e cinco caminhões, entre veículos do tipo munck, pipa e de varrição. A previsão é de mais de 100 horas de trabalho para a execução do serviço nos principais trechos do circuito, que possui 3.835 metros de extensão e foi totalmente reformulado.
De acordo com Rafael Gonçalves, a realização do MotoGP em Goiás já gera impactos em diferentes setores da economia. Além da rede hoteleira, empresas regionais participam da preparação do evento, prestando serviços técnicos e operacionais.“Estamos falando de uma competição internacional de grande porte, que impulsiona inovação, competitividade e qualificação na prestação de serviços”, conclui o gestor.















