Turismo em Goiás cresce 2,9% em novembro e registra a segunda maior alta do País

Resultado supera média nacional e reforça desempenho do setor no Estado, segundo dados do IBGE
Turismo em Goiás
Goiás se consolida como destino turístico no país, como o caso da Cachoeira Santa Bárbara, em Cavalcante (Foto: Divulgação)
Turismo em Goiás
Goiás se consolida como destino turístico no país, como o caso da Cachoeira Santa Bárbara, em Cavalcante (Foto: Divulgação)

O volume de atividades turísticas em Goiás avançou 2,9% em novembro, na série com ajuste sazonal, assegurando ao Estado a segunda maior alta do País no período. O dado foi divulgado na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira (13).

O desempenho goiano superou com folga a média nacional. No Brasil, o índice de atividades turísticas cresceu 0,2% em relação a outubro, marcando o quarto resultado positivo consecutivo, o que confirma a trajetória de recuperação e expansão do setor no País.

Para o presidente da Goiás Turismo, Roberto Naves, os números refletem o impacto das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do turismo no Estado. Segundo ele, os investimentos em promoção de destinos, qualificação da oferta turística, segurança pública e apoio aos municípios e ao trade têm contribuído para o avanço do setor. “Esse resultado mostra que estamos no caminho certo para consolidar o turismo como um vetor estratégico de desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda”, afirma.

Levantamentos recentes do IBGE também reforçam o desempenho de Goiás no cenário nacional. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2024, o Estado foi o 8º destino mais visitado do Brasil, com 741 mil viagens recebidas, o equivalente a 3,7% do total nacional. No recorte regional, Goiás lidera a recepção de turistas no Centro-Oeste, concentrando 49,6% das viagens destinadas à região.

Pesquisa Mensal de Serviços

A Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no País. O levantamento analisa a receita bruta de empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja principal atividade é a prestação de serviços não financeiros, excluídas as áreas de saúde e educação.

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