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My, my, hey, hey, rock´n´roll is here to stay

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  • (Foto: Tributo a Neil Young)
Apesar de ser o autor da frase que Kurt Cobain, do Nirvana, escreveu em sua carta de suicídio (“é melhor queimar do que se apagar aos poucos”), Neil Young está vivo para contar a história. Ele esteve, inclusive, no Brasil, ano passado, no festival SWU, para falar de sua nova paixão, o carro Lincoln Continental 1959 movido a biocombustível e bateria elétrica. Mas, de fato, nós gostamos de Neil Young cantando e tocando sua guitarra ou seu violão. Aos 66 anos, o que ele tem de discos lançados não é brincadeira. O primeirão, antes da banda Buffalo Springfield, ele gravou em 1963. O primeiro solo é de 1968. Ele passou pelo Crosby, Stills, Nash & Young e nunca deixou de compor canções belíssimas e furiosas. A banda In Vitro, de Piracanjuba, formada por Léo Dias (vocal, violão, gaita), Luiz Carlos (baixo), Ivan Luiz (bateria), Celso Oliveira (guitarra), Márcio Iwasse (guitarra, steel guitar), muito mais nova que o bardo canadense, surgiu em 2002 e, mesclando folk rock, poesia, harmonias tradicionais e guitarra furibundas, lembra pelo menos a parte mais reluzente da vasta discografia de Neil Young, num tributo sentimental. Vai ser uma noite de arrancar lágrimas dos corações mais sensíveis. Quem não quer se entregar?
Tributo a Neil Young
com a banda In Vitro
Onde: Bolshoi Pub (Av. T-2, esq. c/ R. T-53, Setor Bueno, tel. 3285-6185)
Quando: Quinta-Feira, 19 de Janeiro
Horário: 21 horas
Entrada: R$ 30 (antecipado nas lojas American Music. Sujeito a alteração depois das 22h30)