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Dia do Esportista: goianos se destacam em práticas diferenciadas

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Quem nunca foi impedido de fazer alguma atividade física devido a correria do dia a dia, rotina cheia ou orçamento pequeno? Neste dia 19 de fevereiro, o Dia do Esportista está aí para incentivar e conscientizar a prática do esporte! Futebol, natação, handebol, vôlei e basquete são alguns dos exercícios mais famosos e desejados pelas pessoas, mas não são apenas eles que podem ajudar a ter uma vida saudável. Pensando nisso, Zelo traz três esportes “fora da rota” para estimular você a dar o primeiro passo. Confira!

Ballet

Escolhido em primeiro lugar pelo público e pelos jurados no Prix de Lausanne, Adhonay ganhou uma bolsa de estudos no valor de 40 mil euros para estudar na Europa (Foto: Reprodução / Stuttgarter Ballet)

Mesmo que seja um estilo de dança, a ideia de atividade corporal, dedicação, comprometimento e manutenção do condicionamento físico e da saúde faz com que o ballet também se enquadre na condição de esporte. Com a criação no início do século XV, nas cortes italianas, o estilo clássico era considerado uma diversão pela nobreza. Sem uma origem exata para a inspiração das primeiras coreografias, a dança se desenvolveu, mais tarde, na Inglaterra, Rússia e França.

Existem vários tipos de modalidade do ballet, como o expressionista, neoclássico, health, para adultos e fitness. Até certo tempo, era indicado que a prática tivesse início na infância, devido a maior facilidade e tempo para aprender a técnica. Tal valor já é quebrado nos dias de hoje, quando podemos encontrar pessoas de todas as idades, tanto homens quanto mulheres, adentrando ao mundo da dança na fase adulta.

Em busca do lazer e condicionamento físico, a prática trabalha a resistência e o alongamento, tendo cuidado com cada especificidade dos corpos. Se feito com dedicação, o ballet pode funcionar até mesmo como fisioterapia, além de levar paz e tranquilidade a pessoa e auxiliar em casos de depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Em homenagem a todos os praticantes da dança, a Zelo traz uma mensagem de Adhonay Soares, dançarino desde os 8 anos e que já ganhou o Prix de Lausanne, na Suíça. Veja abaixo!

Ciclismo

Victor Luise iniciou no paraciclismo profissional entre 2014 e 2015, tendo conquistado o primeiro lugar na classificação nacional na categoria C2. Seu principal objetivo é as Olimpíadas de Tóquio, em 2020 (Foto: Divulgação)

De 1869, quando foi realizada a primeira grande prova de ciclismo, entre Paris e Rouen, até os dias de hoje, o ciclismo tornou-se um esporte de grande apreço pelas pessoas. A atividade rítmica, também usada como meio de transporte, influencia na saúde corporal, reforçando a resistência dos músculos da perna, na perda de gorduras localizadas, melhoria no condicionamento físico e desenvolvimento do sistema cardiovascular.

É certo que não demorou muito para o esporte tornar-se famoso após o surgimento da bicicleta. Sem uma origem exata, alguns consideram que o veículo foi projetado pelo próprio Leonardo da Vinci, entre os séculos XV e XVI. Já na China, a invenção do meio de transporte é atribuída ao inventor Lu Ban, nascido há mais de 2500 anos. Ainda assim, a peça considerada mais antiga surgiu na França, em 1818, sendo conhecida pelo apelido “cavalinho de pau”.

Após o aperfeiçoamento da bicicleta, para que fosse possível alcançar maiores velocidades, foi na Inglaterra do século XIX que a atividade se expandiu. Atualmente, o esporte possui diversas regras e é divido em quatro categorias, sendo elas as provas em pistas, em estradas, mountain bike e BMX, conhecida também como “bicicross”. E com origem nos anos 1980, uma nova modalidade do esporte ganha cada dia mais força: o paraciclismo.

Quando criada, a categoria paralímpica abraçava apenas os deficientes visuais, que competiam com uma bicicleta dupla, em que um guia auxiliava na direção do atleta. A prática também é feita com bicicletas adaptadas a cada característica do esportista, como a handbike, impulsionada pelas mãos, e o triciclo, para quem possui algum tipo de deficiência nas pernas. Pensando nesses atletas, a Zelo traz uma mensagem especial do paraciclista goiano tricampeão brasileiro, Victor Luise! Veja abaixo!

Cheerleading

O Sealand Cheer faz parte de um projeto de extensão da UFG, vinculado à Faculdade de Educação Física e Dança (FEFD) (Foto: Carlos Siqueira)

Líderes de torcida não são só coisa de filme americano! O cheerleading não é apenas uma prática de animar torcida, como diz o nome em inglês, mas um esporte, recém-reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) desde 2016.

O surgimento do cheerleading retoma ao Reino Unido, no século 19. No entanto, os primeiros registros da prática estão relacionados ao futebol americano, em uma partida de 1869 entre a Universidade de Princeton e a Universidade de Rutgers. Inicialmente, apenas homens praticavam. Somente em 1923, mulheres poderam participar das equipes de animadores de torcidas.

Em Goiás, a equipe Sealand Cheer, da Universidade Federal de Goiás (UFG) é referência no estado. Vencedores da categoria universitária nível 2 no último Campeonato Brasileiro de Cheerleading, realizado em dezembro de 2018, o grupo foi criado em outubro de 2017 sob iniciativa de Ellen Gomes, estudante do curso de Educação Física da UFG. Ela conheceu o esporte durante um intercâmbio no ensino médio para a Nova Zelândia e desde então, se apaixonou pela prática.

No vídeo exclusivo para a Zelo, Ellen, que também é coach do Sealand Cheer, conta mais sobre o esporte, que envolve muita preparação física e une acrobacias, ginástica e dança. Veja abaixo!