Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Audiência pública discute a proibição da "pílula do câncer"

Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

Presidida pela advogada Ana Lúcia Amorim Boaventura, a Comissão de Direito Médico, Sanitário e Defesa da Saúde da OAB ouvirá órgãos oficiais e representantes dos pacientes

No próximo dia 28 de junho, terça-feira, às 14 horas, a Comissão de Direito Médico, Sanitário e Defesa da Saúde da OAB promoverá audiência pública para debater o uso da Fosfoetanolamina e o uso racional de medicamentos no Brasil. Para o evento, que será realizado na Sala de Seções da OAB Goiás, que fica na Rua 1121, nº 200, Setor Marista, 2º Andar, foram convidados representantes do Senado Federal, Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Superintendência  de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde do Estado de Goiás (SUVISA), Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Goiás, Associação de Combate ao Câncer em Goiás, Associação de Apoio às Vítimas de Câncer no Estado de Goiás, Associação Médica de Goiás, Conselho Regional de Medicina de Goiás, Conselho Regional de Farmácia de Goiás, Movimento Fosfoetanolamina Sintética Goiás, Instituto Viva Fosfo, psicóloga Jacqueline Amaral (especialista em cuidados com pacientes oncológicos) e Fórum Permanente dos Membros dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa do Estado de Goiás (FOCEG).

“Será uma oportunidade de ouvirmos todas as partes envolvidas no tema e por ele afetadas, para que possamos formar a nossa opinião como organização social e nos posicionar a respeito”, explica Ana Lúcia Amorim Boaventura, Presidente da Comissão de Direito Médico, Sanitário e Defesa da Saúde da OAB Goiás. A intenção da audiência pública é abrir o debate à população e formular uma análise jurídica a respeito da necessidade ou não de proibição do porte, uso, distribuição e fabricação da substância.

De acordo com Giselle Roncato Nunes, uma das coordenadoras do Movimento Fosfoetanolamina Sintética Goiás, os estudos que estão sendo realizados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para comprovar ou não a eficácia da substância, foram iniciados em decorrência da repercussão social do assunto. “Temos documentos que comprovam que alguns dos estudos que desqualificam a eficácia da fosfoetanolamina foram realizados com uma substância produzida sob critérios diferentes dos usados pela USP. Esta substância foi criada a partir apenas da descrição contida na patente, mas esta descrição não tem detalhamentos suficientes para a exata reprodução do composto, ainda mais em apenas um mês de desenvolvimento”, relata Gisele, que complementa que um dos experimentos compara duas substâncias. “A original, desenvolvida pela USP, provocou redução significativa do tumor e a outra, desenvolvida pela UNICAMP não funcionou em camundongos nude”, conclui.

Anote!
Audiência Pública para debater o uso da Fosfoetanolamina e o uso racional de medicamentos no Brasil
Realização: Comissão de Direito Médico, Sanitário e Defesa da Saúde da OAB Goiás
Local: Sala de Seções da OAB Goiás, que fica na Rua 1121, nº 200, Setor Marista, 2º Andar
Horário: 14h