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A Força dos Pequenos Negócios está no cuidado

Sebrae Goiás tem redobrado seus esforços no apoio aos pequenos negócios, através do atendimento remoto, capacitação, consultorias, eventos on-line, projetos especiais e propostas de soluções para as MPEs, neste período da pandemia
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Os últimos meses certamente não foram fáceis para as micro e pequenas empresas. Muitos tiveram que fechar as portas devido à pandemia do novo coronavírus. Enquanto alguns podem nunca reabrir, outros estão aumentando seus negócios e seguindo em frente com o apoio do Sebrae, que reforça o cuidado com os pequenos negócios por meio do oferecimento e da implementação de diversos serviços para as micro e pequenas empresas. “Estamos trabalhando para poder salvar todas as empresas que pudermos e recriar as que já existem e estão passando por algum tipo de dificuldade, a seguir nessa nova jornada de empreendedorismo em tempos de pandemia”, expõe o diretor superintendente do Sebrae Goiás, Derly Fialho.

Derly entende que no Brasil, os micro e pequenos empreendimentos seguem como fundamentais para a economia do país na geração de empregos e para a vida financeira dos micro e pequenos empresários, por isso, recentemente, o Sebrae Goiás lançou uma campanha com o título, “A força dos pequenos está no cuidado”. “Há três semanas foi lançada uma grande campanha nacional com os ‘Protocolos de Retomada’ que têm 37 segmentos, em que nós detalhamos o passo a passo dos cuidados que cada empreendedor e cada unidade de negócio têm que utilizar para cuidar dos seus clientes, dos seus colaboradores, dos seus fornecedores e de todos aqueles com os quais a empresa se relaciona. Além disso, através de seus canais digitais, o Sebrae dá dicas para elevar a consciência da empresa, estimulando um salto de qualidade por meio de mais conhecimento e inovação e oferece capacitações e consultorias para preparar o empresário para os desafios do novo cenário econômico”, diz.

O superintendente frisa ainda o apoio da entidade no acesso ao crédito. “O Sebrae e a Caixa Econômica Federal assinaram um acordo para facilitar o acesso dos empreendedores a financiamento de capital de giro: uma linha especial de R$ 7,5 bilhões disponibilizada pelo banco e garantida pelo Sebrae por meio do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), que potencializa o acesso aos pequenos negócios a uma linha de capital de giro. Além disso, o Sebrae foi um grande articulador para a criação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), um programa de governo federal destinado ao desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno porte, que tem hoje como maior aplicador, o Banco do Brasil. Portanto, tudo isso com a intenção e o propósito de salvar o pequeno negócio, são eles que estão mais perto de nós”, explica.

De acordo com Derly, como é essencial aos microempreendedores, o trabalho do Sebrae tem sido de orientação, suporte e consultoria. “O importante é que nós todos tivemos a possibilidade de encontrar no caminho, nesse momento, a tecnologia. Como eu tenho dito, desde o início desse episódio, o futuro chegou antes da hora. Nós fomos ‘atropelados’ por esse processo, que não estava no radar de nenhum de nós, o que tem sido desafiador. O Sebrae se dedicou, desde o primeiro dia, à utilização da tecnologia para poder ajudar e socorrer os nossos empreendedores”, finaliza.