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Quinto dia de SPFW teve de tudo: de Fernanda Lima desfilando a pianista mirim tocando ao vivo

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O quinto dia da edição de Inverno 2016 do SPFW contou com desfiles de Lethícia Bronstein para Riachuelo, Gloria Coelho, Fernanda Yamamoto, Juliana Jabour, Lolitta, Lino Villaventura e Osklen. Tudo com muita autenticidade e ótimas opções de tendências para a estação. Confira!
Lethícia Bronstein para Riachuelo
O desfile dirigido por Giovani Bianco aconteceu na Baró Galeria, aproveitando muito bem o espaço do galpão para criar um ambiente minimalista. No centro da passarela quadrada, um piano branco era o único elemento cenográfico e também parte da trilha sonora, tocada ao vivo pela pianista mirim Daniela Rosset, de apenas 11 anos.
Na passarela, a coleção promete ser um sucesso de vendas. Reinterpreta recursos que são marca registrada da moda festa de Lethicia Bronstein. Renda preta com forro tom de pele e a renda sobre fundo estampado, como o floral com base azul são destaques. A coleção chega bem casual, com opções de camisas, tops e calças curtas justas com corte social, em preto ou no print de oncinha.
Gloria Coelho
Neste inverno, Gloria Coelho mudou o foco e apostou no mantô como a peça-desejo de sua coleção. Item mais importante do guarda-roupa, o casaco aqui conquista menos por seu caráter funcional e mais pelo shape, pelas sacadas de modelagem, mix de materiais sofisticados, elementos decorativos que o tornam, além de útil, irresistível. Os casamos foram inspirados nos antigos povos nórdicos, no frio de neve que soa quase como ficção para a gente, e mais especificamente, na fortaleza comandada por John Snow na série “Game of Thrones”.
Fernanda Yamamoto
Fernanda passou um ano indo a Cariri, na Paraíba, visitando pequenas comunidades de mulheres rendeiras. Toda a coleção foi feita à mão. O trabalho lindo de tingimento das rendas e o tye diye também foram feitos em sua própria oficina. 100% homemade com materiais e produção 100% nacionais. Por serem tão especiais no modo de fazer, as peças serão superexclusivas. Delicado é uma das palavras para qualificar o desfile de Fernanda Yamamoto.
Juliana Jabour
Com a participação de Fernanda Lima abrindo o desfile, Juliana Jabour se inspirou nos anos 80 e utilizou tecidos finos e retilíneos como georgete, alfaiataria e couro, para compor uma imagem superoitentista. Com estampas com contrastes vibrantes de cores primárias com listras largas e um shape mais quadrado em alguns momentos. Destaque para as bolsas e sapatos, que a estilista desenhou em parceria com a Lez a Lez. As botas e mocassins com solado de plataforma de borracha, assim como as bolsas tipo saco são ótimas opções de tendências em alta que podem ser usadas já no verão.
Lolitta
Em uma viagem a Praga Lolita Hannud se deparou com o trabalho artesanal feito em metal nas armaduras medievais. A figura de Joana D´Arc entra como representação de uma mulher forte. A coleção se desenvolve com o tricô, que faz parte do DNA da marca, de uma forma sofisticada e um bom trabalho com os materiais, que ela buscou no Japão e na Itália. São poucas cores, porém bem escolhidas e um shape que valoriza a silhueta das meninas Lolitta e ainda encontra ecos na moda contemporânea jovem, com cumprimento midi, tops cropped e vestidos curtinhos.
Lino Villaventura
Para o estilista Lino Villaventura o princípio da ideia desta coleção de Inverno 2016, era apenas fazer uma linda coleção. E fez! Com ricos detalhes e modelagens inusitadas. Para os homens calças e blusas soltas com forte inspiração no streetwear, porém feitos em tecidos especiais como seda, lã e couro. Para o guarda roupa feminino ombros estruturados e com lindos trabalhos de bordado com cristais, que formam desenhos ricos em cores e formas.
Osklen
Oskar Metsavaht viajou recentemente para a Grécia e trouxe de lá a ideia de falar sobre a origem das Olimpíadas. Daí, apareceu o desejo de resgatar um desfile de mais de dez anos atrás, o segundo feito pela Osklen dentro do SPFW, cujo ponto de partida, para a coleção feminina, era um maiô de salto ornamental. Havia também a vontade de Oskar de voltar-se para o conforto, e então resolveu se basear no moletom para desenvolver toda a coleção. Muitos inícios, todos interligados e que levam a um só fim: o esporte. DNA da marca, ele também ganhou reflexão de Oskar e de Juliana Suassuna, diretora de moda da marca, sobre qual era o olhar da Osklen sobre o tema esportivo. Trata-se de uma abordagem luxuosa e sofisticada.
Baseada em linhas simples, com pegada minimalista mais evidente nos vestidos p&b, a coleção da Osklen consegue se mostrar muito autoral sem cair na cilada da repetição de si mesma, ainda que retome temas que lhe são recorrentes. Sempre, no entanto, de um jeito fresco, olhando para dentro sem deixar de olhar sempre para fora, e para frente.