Marcas de beachwear roubam cena no SPFW

O segundo dia do SPFW Verão 2016 ficou marcado pela presença de duas marcas de beachwear. As marcas Osklen, Ellus, Água de Coco, Lilly Sarti, Sacada, Juliana Jabour e Triya contaram suas histórias nas passarelas da temporada. Cada uma com sua identidade e referências apresentaram referências dos anos 1970, indígenas, árabes e muita arte. Acompanhe abaixo o que cada desfile apresentou.
Cavalera
  • Desfile Cavalera verão 2016 (Foto: Agência FotoSite)
A Cavalera, que fez parte do primeiro dia de desfile do SPFW, criou uma atmosfera tribal ao convidar os índios Yawanawá para fazer a trilha sonora do desfile ao vivo. Os convidados assistiram sentados em esteiras de palha o entra e sai das modelos em um parque descampado. Os elementos da cultura indígena compunham os looks como o trabalho feito com miçangas e referências ao Kene, desenhos que possuem significado espiritual. Estampas de borboleta, pontas de lança, jiboias, onças e andorinhas completavam. A marca que sempre teve referências do rock n’ roll, ousou na nova criação. Bordados artesanais feitos na Índia, patchwork de jeans, tule de seda, musseline, cetim de seda e algodão egípcio foram alguns dos tecidos utilizados
Osklen
  • Mistura da seda com elastano no segundo look, de Daiane Conterato, da Osklen (Foto: Agência FotoSite)
A marca também se inspirou em referências indígenas, a tribo que ajudou no processo de criação foi a Tribo Ashninka. Oskar Metsavaht, na direção criativa da marca, explica que tudo o que se vê são releituras que reverenciam a tribo, criadas de um modo que se encaixa no universo da marca. As mulheres usam um shape reto com gola arredondada. A seda, o linho, organza de seda e moletom estiveram presentes durante todo o desfile. As cores preto e off White predominaram a passarela da Osklen.
Ellus
  • Desfile Ellus verão 2016 (Foto: Agência FotoSite)
Adriana Bozon e Rodolfo Souza, direção criativa e de estilo da Ellus, buscaram sua suas referências em uma viagem ao Marrocos, que renderam interpretações da túnica e do lenço oriental. As peças ganharam uma releitura do mosaico, da textura da tapeçaria e dos florais, característica da cultura marroquina.
Água de Coco por Liane Tomaz
  • Trabalho com Renda no desfile da Água de Coco por Liana Thomaz (Foto: Agência FotoSite)
A marca cearense homenageou o artesanado local ao utilizar renda nas mais variadas técnicas. As rendas apareceram de diferentes formar, formando mangas nos maiôs, também em recortes aplicados na barriga ou em detalhes da parte de cima do biquíni. A inspiração veio do livro “Mãos que Fazem História”, das jornalistas Cristina Pioner e Germana Cabra. Além da renda, a Lycra, seda pura e o linho também foram utilizados nas peças.
Lilly Sarti
  • Desfile Verão 2016 de Lilly Sarti (Foto: Agência FotoSite)
O orientalismo japonês se misturou à liberdade dos anos 1970. Camurça, jacquard de seda, chiffon de seda, jeans e o tule devore foram os materiais utilizados em peças como jacquards, de calças tipo pijama aos tops com manga sino e chamois com recortes a laser.
Sacada
  • Desfile Sacada Verão 2016 (Foto: Agência FotoSite)
A mulher sacada neste verão é intelectual que gosta e conhece de arte. As pinceladas de tinta na roupa como se estivesse carregando uma tela recém-pintada e inacabada. Gosta de seus tops, vestidos e calças pantalonas curtas, construídas com ateriais como malha de algodão, piquê, tricô, seda devorê, acrílico transparente, verniz.
Juliana Jabour
  • Desfile Juliana Jabour Verão 2016 (Foto: Agência FotoSite)
Os anos 1970 de Juliana Jabour não tem nada de hippie. A silhueta solta dos longos vestidos é um dos maires destaques da marca, acompanhadas de detalhadas renda guipure. O desfile foi pouco estampado, como no trabalho do fotógrafo britânico David Hamilton, referência da coleção. O crepe de chine, alfaiataria fuida e alfaitaria bordada, além do tricô e georgette de seda, foram os tecidos utilizados no desfile.
Triya
  • As sereias do Triya verão 2016 (Foto: Agência FotoSite)
Com o tema Sea of Love, a marca de beachwear contou a história do amor improvável de uma sereia e um surfista. A renda também invadiu as passarelas da Triya. A modelagem e as estampas retratava ondas, surfista e sereia. Pranchas e hibiscos também estavam desde as roupas para entrar no mar até os vestidos, túnicas e capas de saída de banho.

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