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Ballet Blend: aula que mescla os princípios do balé clássico com a ginástica localizada coreografada

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Foto: Rafael Marques

Praticar atividades físicas não se resume apenas à questão estética, mas também proporciona qualidade de vida, reduz o risco de doenças cardiovasculares, combate a ansiedade e a depressão, controla a pressão arterial, aumenta o metabolismo e, de quebra, melhora o humor. A dança é um exemplo de atividade que também proporciona saúde física e mental. Uma aula diferente, que mistura a nomenclatura e os passos do balé clássico com os exercícios da ginástica localizada coreografada, essa é a proposta do método Ballet Blend, criado pela educadora física e bailarina, Anninha Martins.

O Ballet Blend é uma aula que promove a perda de peso e o ganho de tônus muscular, sendo uma ótima opção para o público que não é adepto à musculação. Por se tratar de um método que utiliza o peso do próprio corpo e trabalha diferentes capacidades físicas – agilidade, flexibilidade, força, resistência, velocidade, equilíbrio e coordenação motora -, o Ballet Blend é um trabalho metabólico com a repetição de exercícios diversificados dentro da musicalidade de 8, 16, 32 e 64 tempos, possibilitando assim, que haja a troca de gordura no corpo do aluno por massa muscular.

Foto: Rafael Marques

O grande diferencial do método é o fato de ser uma aula estruturada e não circuitada. A didática de ensino está presente em todas as aulas e em seus diferentes níveis: básico, intermediário e avançado. Parecida com a estrutura de uma aula de balé clássico, os professores licenciados do método Ballet Blend pensam, antes de tudo, na progressão dos movimentos e das sequências que serão executadas pelos alunos. Os exercícios são elaborados e, posteriormente, transmitidos dentro dos objetivos específicos para cada determinada turma de alunos, sempre seguindo a periodização do treinamento físico para criar novos estímulos e respostas.

A aula é coreografada o tempo todo, seja para os membros inferiores, os primeiros a serem trabalhados, ou para os membros superiores, abdômen, glúteos e adutores. Um aluno pode queimar entre 300 e 500 calorias em até uma hora de aula, de acordo com as diferenças individuais biológicas. Porém, o Ballet Blend engloba o condicionamento físico como segundo plano, uma vez que trabalha outras perspectivas para que haja o equilíbrio entre a mente e o corpo, visando à qualidade de vida e o bem-estar”, explica Anninha Martins.

Foto: Rafael Marques

Além da perda de peso e do ganho de tônus muscular, o método Ballet Blend traz outros benefícios aos seus praticantes, como: desenvolve a memória cognitiva (alinhamento e postura corporal); melhora o alongamento, a flexibilidade, a coordenação motora e o equilíbrio; combate a ansiedade e a depressão; trabalha todo os grupos musculares sem sobrecarregar a coluna e os joelhos; fortalece o core (cadeira anterior e posterior) e desenvolve a sociabilidade entre os alunos.

As aulas são dinâmicas e intensas. Começam com um aquecimento, seguido de sequências na barra – ou apoio de uma cadeira (plano alto e médio) – para os membros inferiores. Logo depois, no centro, são trabalhados os membros superiores (plano alto e médio) e, para finalizar, os exercícios específicos para glúteos, adutores e abdômen em plano baixo. Não há necessidade de formação prévia em balé clássico, mas é recomendado a vivência de aproximadamente dois anos em alguma modalidade de dança e/ou outras atividades físicas. Desta forma, é um método que pode ser praticado por indivíduos de diferentes faixas etárias e gêneros.

A criadora do método aconselha que o aluno faça as aulas de Ballet Blend, pelo menos, três vezes por semana. “No entanto, para que tenhamos qualidade de vida, é fundamental encontrar um equilíbrio entre atividades físicas e alimentação saudável, uma vez que um depende do outro. É uma mudança no estilo de vida da pessoa.”, comenta Anninha Martins.

Fonte:  balletblend.com.br.