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Vinhos: especialista propõe um olhar cada vez mais exigente para esse mercado

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Fotos: Freepik

De acordo com um estudo da Euromonitor, apresentado em 2020, 14,6% do volume do mercado geral de bebidas alcóolicas no Brasil é ilegal, o que acarreta uma perda de arrecadação de R$ 10,2 bilhões no setor. O comércio dos vinhos não está blindado das incertezas quanto a sua origem, e prova disso são as constantes operações das autoridades para combater atividades ilícitas que prejudicam o trabalho de empresas sérias no ramo e o emprego de milhares de profissionais.

Para conscientizar a população sobre o problema, a Grand Cru Campinas propõe um olhar cada vez mais exigente para esse mercado e ressalta a importância de um comprometimento maior na educação e na orientação do consumidor final. De acordo com André Dian, especialista em vinhos e sócio proprietário das unidades da marca no Cambuí e no Parque D. Pedro Shopping, é fundamental que público entenda a diferença de um vinho importado de maneira correta e que passou por todos os trâmites legais.

Muito comum hoje em dia entre os contrabandistas, a prática de atravessar as fronteiras com caminhonetes e depois vender os vinhos de maneira ilícita, por valores abaixo do valor de mercado, por não pagar impostos, prejudica a economia do País e acaba com o emprego de milhares de pessoas. É valido destacar que, hoje, 65% do custo do produto é referente aos impostos cobrados pelo governo.

“Os clientes precisam saber de onde vem o vinho que ele está comprando. Um produto de origem duvidosa pode estar alterado, tanto em relação ao processo de produção, que pode não ser confiável, quanto às más condições de transporte e de armazenagem”, explica Dian.

A campanha online da Grand Cru tem como principal objetivo chamar atenção do consumidor e informa-lo sobre a importância de conhecer a origem da bebida. O especialista destaca dois fatores que devem ser analisados antes da compra:

– Conhecer a empresa

Ao comprar vinhos de importadoras qualificadas, fica evidente que a empresa pagou todos os impostos e o cliente garante a qualidade do produto que consome.

– Ficar atento ao contra-rótulo

Se ele for de outro país, deve ter impresso informações na linguagem local, dados do importador e número do mapa de importação. Segundo Dian, se não tiver o número do mapa, o produto não foi importado.

Fonte:  Grand Cru Campinas