Dia Mundial da Guerra do Travesseiro

A Pillow Fight (ou Guerra de Travesseiro) é o flash mob que acontece simultaneamente em várias cidades do mundo. O evento já é tradicional e ocorrerá espontaneamente no dia 07 de abril, inclusive em algumas cidades brasileiras que já confirmaram o evento, como Salvador e Uberlândia. Organizado pelas redes sociais, a reunião de pessoas não tem conteúdo ideológico ou prático, mas pode ser uma divertida brincadeira, além de oferecer uma boa oportunidade para se desfazer de um travesseiro velho.
“Pouca gente se dá conta de que o travesseiro tem prazo de validade e a guerra de travesseiros pode ser a oportunidade ideal para deixar o travesseiro velho de lado e trocá-lo por um novo, mais adequado ao biotipo, e a posição em se que dorme. Antes de escolher um travesseiro novo, é essencial identificar o suporte da espuma (como macia, média ou firme) e sempre ter em mente que, na postura lateral – a mais indicada para sono – a altura do travesseiro deve preencher exatamente o espaço entre a cabeça e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço e alinhando a coluna cervical”, afirma Renata Federighi, consultora do sono da Duoflex.
Renata explica que com o tempo o travesseiro acumula em seu interior microorganismos que se alimentam das secreções que eliminamos durante sono pela boca (saliva), ouvidos (cerume), olhos (lágrimas), nariz (coriza), cabelos (seborréia) e pele (suor e pele morta). Soma-se a tudo isso as secreções artificiais, tais quais cosméticos, perfumes, tinturas e maquiagem, para avaliarmos a contaminação maciça diária a que são submetidos ostravesseiros. Um travesseiro repleto de impurezas torna-se ambiente propício para proliferação de ácaros, fungos e bactérias, se transformando em fontes prováveis de diversos tipos de alergia.
Além disso, sua espuma sofre deformação ao longo do tempo e pode prejudicar a postura e a saúde do sono. O travesseiro é uma peça chave, e pode auxiliar a combater os distúrbios do sono, como insônia, ronco e apneia. Quem dorme menos que o necessário ou utiliza o travesseiro de forma incorreta, geralmente, é também mais agitado e pode apresentar sintomas de depressão.
“A vida útil de um travesseiro é, em média, cinco anos de uso, mas médicos e fisioterapeutas recomendam a sua troca a cada dois anos, pois a prolongação do uso pode ser uma grande fonte de contaminação por microorganismos. É importante destacar que tudo isto pode ser minimizado com o uso de travesseiros com tratamento antiácaro”, completa Renata.

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