Chances para trabalhar e estudar na Nova Zelândia

  • (Foto: Tourism New Zealand)

A partir de janeiro de 2014 vai ficar mais fácil se manter durante intercâmbio na Nova Zelândia, porque os estudantes poderão trabalhar até 20 horas por semana, assim como já acontece na vizinha, Austrália. A solicitação do visto já poderá ser feita em dezembro, e os alunos devem estar matriculados em cursos elegíveis de universidades ou escolas de categoria 1 (conforme escala da imigração), com duração de, no mínimo, 14 semanas, e que terão início em 2014.

A nova legislação foi aprovada em outubro pela imigração e pelo governo neozelandês que, até então, concediam essa autorização apenas para aqueles que se matriculavam em cursos com duração de 6 meses ou mais, e que comprovassem que tiveram nota 5.0 no IELTS – exame que mede a proficiência no idioma inglês. Com a mudança, mais estudantes terão a oportunidade de trabalhar para se manter, e até juntar algum dinheiro, enquanto estudam inglês na Nova Zelândia, o que, consequentemente, vai atrair cada vez mais a procura de alunos ao país, ajudando a movimentar a economia local.

Com um custo de vida inferior ao do Reino Unido, Austrália, Canadá, EUA e a maioria dos países “concorrentes”, o intercâmbio na Nova Zelândia, com a garantia de emissão de visto de estudante com direito a trabalho, tem sido o grande atrativo das agências de viagem especializadas. A Infovistos é uma das poucas empresas do país habilitadas para fazer a solicitação da emissão de visto para a Nova Zelândia, e está resguardada pelas informações oficiais do consulado neozelandês no Brasil. Por isso, uma boa indicação na hora de providenciar a documentação para a viagem.

Para saber mais informações, acesse www.infovistos.com.br.

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