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Rossana Jardim realiza exposição sobre art déco na Cidade de Goiás

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(Foto: Fotografias WA Imagem)

A artista plástica Rossana Jardim abre hoje (26), na Cidade de Goiás, a primeira de uma série de três exposições com o tema Cicloramas – Grafismo Art Déco, que comemora os 15 anos de tombamento do patrimônio art déco de Goiânia. A abertura foi no Escritório Técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Cidade de Goiás às 9h30, onde a exposição permanece até o dia 6 de setembro.

A abertura da mostra foi na antiga capital em razão do aniversário da cidade, que também é no dia 26 de julho. A Cidade de Goiás comemora seus 281 anos de existência e, por isso, torna-se simbolicamente a capital do Estado de Goiás, já que o poder executivo estadual é transferido para o município. Também no mesmo dia, se comemora o aniversário da Padroeira de Goiás, Nossa Senhora Sant’Anna.

Durante a mostra, nos dias 13 a 15 de agosto, a cidade ainda será sede do Seminário Internacional Sobre Gestão de Sítios Culturais do Patrimônio Mundial, promovido pela Iphan. Depois, em 19 de setembro, a exposição segue para Goiânia, onde permanece aberta ao público até o dia 1º de novembro, também no Iphan, na sede da Superintendência. Por fim, a mostra vai para Pirenópolis, onde estará à disposição do público de 13 de novembro a 18 de janeiro de 2019, no Escritório local do Iphan.

(Foto: Fotografias WA Imagem)

A exposição Cicloramas – Grafismo Art Déco e é composta de 18 peças que destacam parte do patrimônio arquitetônico em art déco de Goiânia, considerado um dos mais ricos do mundo. Diversas construções da cidade,  como o Coreto da Praça Cívica, o Relógio da Avenida Goiás e o Teatro Goiânia, são a inspiração das peças que compõem a exposição. 

De acordo com Rossana, de cada monumento art déco foi extraído um detalhe para que se destacasse em seu trabalho, com exceção do Coreto e do Trampolim do Lago das Rosas, que aparecem inteiros. Do Teatro Goiânia, por exemplo, ela pinçou a sua lateral, que do ângulo escolhido, do ponto de vista da artista, lembra uma sanfona. Já dos relógios, os pontos em destaque são o topo. Desses elementos únicos nascem os cicloramas, que por sua vez dão origem aos trabalhos em forma de mandalas, os elementos preferidos da pintora.

Com curadoria de Antônio da Mata, a exposição possui um total de 18 digigrafias – que, no caso, são imagens digitalizadas das pinturas – no tamanho 55x80cm, com impressão em papel fine arts