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Mulheres Amadas: traição e divórcio levam professora a ressignificar o amor em livro autobiográfico

Obra está sendo lançado pela Editora Kelps, com o apoio da FacUnicamps
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Fabiana Fagundes era ainda uma adolescente de 13 anos quando conheceu o amor de um homem. Começou a namorar com essa pouca idade e aos 16 veio o casamento. Depois de 20 anos e dois filhos, ela e todos ao redor consideravam o relacionamento perfeito. Enfermeira, professora universitária, gestora na instituição de ensino superior em que trabalha, Fabiana viu tudo desmoronar quando o único relacionamento amoroso que conheceu acabou em traição e divórcio. É que o amor parecia ter sumido da vida dela, até mesmo o amor próprio, e a mulher de sucesso precisava juntar os cacos. Foi aí que Fabiana Fagundes resolveu escrever e ressignificar o sentimento que sustenta a vida.

O livro Mulheres Amadas, de Fabiana Fagundes, está sendo lançado pela Editora Kelps, com o apoio da FacUnicamps. A obra traz em detalhes a busca por inspiração e força durante quatro anos para encontrar o amor sob as ruínas de uma mulher que se viu sem chão.

“Meu maior erro foi permitir que essa dor me desconfigurasse, porque a tendência dela é nos dominar e nos colocar de joelhos diante dela. Ela me fez uma pessoa triste, desconfiada, insegura, sempre insatisfeita comigo mesma. E cega. A solidão e o abandono não me deixaram só de joelhos, fui reduzida ao pó. Me triturou. Aí eu entendi que, se eu não dominasse aquela dor, eu morreria de amor. Sabe o que fiz? Ressignifiquei essa dor. Fiz com que ela trabalhasse pra mim. Pesquisei sobre o amor, trouxe mulheres bíblicas que são a tradução do amor e comecei a escrever.”

Mulheres Amadas é um livro que toda mulher precisa ler ao passar por momentos de intempéries emocionais. A mensagem que a obra traz não deixa dúvida de que o amor não está em uma pessoa ou em um relacionamento. Cada pessoa que está nesse mundo tem os seus desafios a serem vividos e uma teia de amor que dá o suporte necessário. E Fabiana Fagundes mostra o caminho para sentir esse amor em sua amplitude.

A compreensão de que é amada foi ressignificada através do exemplo de mulheres bíblicas. “É libertador quando se aprende com o propósito de vida da rainha Esther, com o clamor de Ana pelo seu milagre, com a beleza de Sulamita, com a fidelidade de Rute, com a gratidão de Abigail, com a obediência de Rebeca e com a espera de Raquel. Essas foram minhas companheiras, minhas mentoras e minhas amigas na reviravolta interna”, conta a autora.

Para cumprir com o propósito de escrever o livro, Fabiana também lançou a Corrente das Mulheres Amadas. Cem cópias do livro foram presenteadas e cada mulher escolhida tem a missão de ler e depois presentear outra mulher que esteja precisando receber essa mensagem de amor.

(Divulgação)