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Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental começa segunda-feira (16)

Mostras competitivas, oficinas, palestras, mesas de debates e laboratório audiovisual estão no roteiro do festival on-line
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Foto: Freepik

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Cultura (Secult Goiás), divulga a programação completa da 21ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2020), que pode ser conferida pelo site: www.fica.go.gov.br.

Esse ano, o festival será realizado de 16 a 21 de novembro e chega em nova roupagem e formato, totalmente digital, em razão da pandemia de Covid-19. E nesses novos tempos, em meio a tantos enfrentamentos e desafios, a proposta do governo é manter a qualidade que referenciam o festival nesses 20 anos de edições.

Para isso, durante uma semana, o público poderá acompanhar exibição de mostras de filmes (pela plataforma Vimeo), e participar gratuitamente de uma série de oficinas, mesas e palestras sobre cinema e meio ambiente, com renomados nomes do cenário audiovisual, pelo YouTube da Secult Goiás.

O Fica 2020 recebeu inscrições de 331 filmes, de 17 países. Do Brasil, foram 226 participações, sendo 198 curtas e 28 longas. Pela 17ª Mostra ABD Cine Goiás, foram 82 curtas goianos.

Ao todo, foram escolhidas 37 películas, sendo 24, da Mostra Competitiva Washington Novaes, e 13 curtas, da Mostra ABD Cine Goiás, que vão concorrer a R$ 132,5 mil em premiações que variam de R$ 2 mil a R$ 7 mil.

O cronograma de atividades preparado para o primeiro dia do festival inclui a cerimônia oficial de abertura, que ocorrerá às 8h30, no Cine Teatro São Joaquim, na histórica Vila Boa, palco das 20 edições do Fica, além de homenagens ao jornalista e ambientalista Washington Novaes, e aos cineastas José Petrillo e Fifi Cunha, que dão nome à premiação do festival.

Foto: Pixabay

Outros destaques

Além das consolidadas mostras de filmes, quatro oficinas, sendo duas de cinema e duas de meio ambiente, cinco mesas de debates, e duas palestras estão na programação do Fica. As atividades abrem já no dia 16, com a oficina de meio ambiente, ministrada pelo indigenista Vincent Carelli, das 9h30 às 11h30.

Paralelo, haverá o laboratório audiovisual goiano (somente para projetos selecionados da ABD Cine Goiás), das 10 às 12h, com Caio Dornelas, Cristiane Oliveira e André D’ Élia; e a mesa de cinema, das 19h30 às 21h, com Marcelo Pedroso, doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Gabriela Amaral, cineasta e mestre em literatura e cinema de horror pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). A mediadora será Claudia Nunes, jornalista pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

De terça até sexta-feira, o roteiro segue com as exibições de filmes, oficinas, palestras mesas e o laboratório audiovisual, com destaque para a participação de nomes como do jornalista André Trigueiro (GloboNews); do cineasta goiano Pedro Novaes; do ambientalista mineiro Ailton Krenak; da secretária de Meio Ambiente de Goiás, Andréa Vulcanis; da especialista em Educação e Gestão Ambiental pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB), Patricia Mazoni; da doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Camila Vieira, entre outros.

No sábado (21/11), último dia do festival, haverá a cerimônia de premiação, com início às 19h, no Teatro Goiânia, abrindo com o Prêmio Goiás do Futuro. Na sequência, serão premiadas as produções da Mostra ABD Cine Goiás e da Mostra Competitiva Washington Novaes, encerrando a 21ª edição do Fica 2020.