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Objetos de desejo

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De acordo com o antropólogo Roberto da Matta, em ‘A casa e a rua’, antigamente a cozinha ficava no fim da casa. O pouco destaque não era por ser menos importante, mas para proteger o ambiente dos intrusos. “Cozinha era intimidade”, define o pesquisador. De uns tempos para cá, esse cenário mudou. Hoje a cozinha virou vitrine de peças modernas e arrojadas. E às vezes até se une com outras partes importantes da casa. Mas como fazer um espaço que abriga pratos, panelas, garfos e colheres ser tão interessante e atraente?

Ambiente exibe panelas e utensílios domésticos como se fossem souvenirs ou obras de arte

Em sua nona participação na Casa Cor goiás, as arquitetas Gabriella Saback e Ana Paula Munhoz ficaram encarregadas de elaborar o projeto da Loja Conceito, um espaço de 24 m² que expõe produtos da Tramontina.

O primeiro passo foi conhecer de perto tudo o que a marca oferece, principalmente seu design collection. Logo em seguida, traçaram um plano para transformar o local em uma loja que mostrasse o melhor de todos os equipamentos, mobiliários e produtos oferecidos. A vontade das arquitetas era sair do convencional. “A cozinha sempre foi uma área clássica na casa, mas era preciso inovar”, afirmam. Na entrada do ambiente, o visitante encontra uma cuba com encaixe perfeito de acessórios como tábua, escorredor e porta-sabão, e um cooktop gourmet, dispostos de forma criativa na bancada orgânica de silestone branco que se une a uma mesa centralizada. De um lado, três cristaleiras com portas de vidro, feitas sob medida, substituem velhos armários que escondiam panelas e utensílios. Na loja, a função dos móveis é exibir as peças como souvenirs ou obras de arte.

Arquitetas saem do convencional, transformando a cozinha em showroom de alto padrão